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terça-feira, 21 de junho de 2011

Taças de Hitler vão a leilão

Quatro taças que teriam sido utilizas por Adolf Hitler serão leiloadas na Inglaterra.

As taças trazem as iniciais AH, a águia e a suástica estampadas.

O leiloeiro Jonathan Humbert, da Casa JP Humber, em Towcester, Northants, disse que sua empresa está "animada" e espera conseguir pelas peças 8 mil libras esterlinas.

A informação é do jornal The Telegraph ( AQUI ), e me foi enviada pelo leitor W.S. de Santa Catarina, a quem o blog agradece. E esclarece que não crê que as peças “serão arrematadas pelos dirigentes sionistas, saudosos de seu grande líder Adolf Hitler”.

As peças serão leiloadas na terça – feira.

domingo, 12 de junho de 2011

Cuidado com o rio Jordão

Água com dejetos humanos...


E aqui vai um alerta a todos aqueles que pensam em realizar batismos no rio Jordão na Palestina Ocupada.

O rio está altamente poluído.

Graças aos dejetos que os israelenses ali despejam.

A poluição é resultado de dejetos humanos e produtos químicos.

O rio está extensamente poluído há vários anos.

O rio Jordão, um rio bíblico e sagrado para os cristãos, não está merecendo o devido respeito dos israelenses que ocupam suas margens.

A principal razão é que eles não crêm no cristianismo, já que continuam aguardando o seu messias.

Para eles, o Messias dos cristãos era, e continua sendo um farsante.

E entendem que a importância do rio se resume ao despejo de esgoto e para a irrigação.

E nada mais.

Alias, o rio está secando e em alguns lugares pode ser atravessado a pé.

Suas águas mal conseguem molhar os calcanhares.

Este é o segundo alerta que o blog dá.

É que seitas evangélicas estão oferecendo viagens a seus fieis para serem batizados “ nas mesmas águas em que foi batizado o senhor Jesus”.
Mergulhando em busca de Deus e trazendo doenças ao retornar

Mas não explicam que quando Jesus foi batizado ali por São João Batista, as águas do rio eram límpidas, transparentes e potáveis e não como é hoje, barrentas e cobertas de dejetos flutuantes para todos os gostos e sabores.

Uma pena que esse rio esteja sendo destruído pelos invasores da Palestina...

sábado, 14 de maio de 2011

Os riscos da arrogância do Império


Leonardo Boff*

Conto-me entre os que se entusiasmaram com a eleição de Barack Obama para Presidente dos EUA, especialmente vindo depois de G. Bush Jr, Presidente belicoso, fundamentalista e de pouquíssimas luzes. Este acreditava da iminência do Armagedon bíblico e seguia à risca a ideologia do Destino Manifesto, um texto inventado pela vontade imperial norteamericana, para justificar a guerra contra o México, segundo o qual os EUA seriam o novo povo escolhido por Deus para levar ao mundo os direitos humanos, a liberdade e a democracia. Esta excepcionalidade se traduziu numa histórica arrogância que fazia os EUA se atribuírem o direito de levar ao mudo inteiro, pela política ou pelas armas, o seu estilo de vida e a sua visão do mundo.
Esperava que o novo Presidente não fosse mais refém desta nefasta e forjada eleição divina, pois anunciava em seu programa o multilateralismo e a não hegemonia. Mas tinha lá minhas desconfianças, pois atrás do Yes, we can ("sim, nós podemos") podia se esconder a velha arrogância. Face à crise econômico-financeira, apregoava que os EUA mostrou em sua história que podia tudo e que ia superar a atual situação. Agora por ocasião do assassinato de Osama bin Laden ordenado por ele (num Estado de direito que separa os poderes, tem o Executivo o poder de mandar matar ou não cabe isso ao Judiciário que manda prender, julgar e punir?) caiu a máscara. Não teve como esconder a arrogância atávica.
O Presidente, de extração humilde, afrodescentente, nascido fora do Continente, primeiramente muçulmano e depois convertido evangélico, disse claramente: "O que aconteceu domingo envia uma mensagem a todo o mundo: quando dizemos que nunca vamos esquecer, estamos falando sério". Em outras palavras: "Terrorristas do mundo inteiro, nós vamos assassinar vocês". Aqui está revelada, sem meias palavras, toda a arrogância e a atitude imperial de se sobrepor a toda ética.
Isso me faz lembrar uma frase de um teólogo que serviu por 12 anos como assessor da ex-Inquisição em Roma e que veio me prestar solidariedade por ocasião do processo doutrinário que lá sofri. Confessou-me: "Aprenda da minha experiência: a ex-Inquisição não esquece nada, não perdoa nada e cobra tudo; prepare-se". Efetivamente assim foi o que senti. Pior ocorreu com um teólogo moraliista, queridíssimo em toda a cristandade, o alemão Bernhard Hâring, com câncer na garganta a ponto de quase não poder falar. Mesmo assim foi submetido a rigoroso interrogatório na sala escura daquela instância de terror psicológico por causa de algumas afirmações sobre sexualidade. Ao sair confessou: "o interrogatório foi pior do que aquele que sofri com a SS nazista durante a guerra". O que significa: pouco importa a etiqueta, católico ou nazista, todo sistema autoritário e totalitário obedece à mesma lógica: cobra tudo, não esquece e não perdoa. Assim prometeu Barack Osama e se propõe levar avante o Estado terrorista, criado pelo seu antecessor, mantendo o Ato Patriótico que autoriza a suspensão de certos direitos e a prisão preventiva de suspeitos sem sequer avisar os familiares, o que configura sequestro. Não sem razão escreveu Johan Galtung, norueguês, o homem da cultura da paz, criador de duas instituições de pesqusa da paz e inventor do método Transcend na mediação dos conflitos (uma espécie de política do ganha-ganha): tais atos aproximam os EUA ao Estado fascista.
O fato é que estamos diante de um Império. Ele é consequência lógica e necessária do presumido excepcionalismo. É um império singular, não baseado na ocupação territorial ou em colônias, mas nas 800 bases militares distribuídas pelo mundo todo, a maioria desnecessária para a segurança americana. Elas estão lá para meter medo e garantir a hegemonia no mundo. Nada disso foi desmontado pelo novo Imperador, nem fechou Guantânamo como prometeu e, ainda mais, enviou trinta mil soldados ao Afeganistão para uma guerra de antemão perdida.
Podemos discordar da tese básica de Abraham P. Huntington em seu discutido livro O choque de civilizações. Mas nele há observações, dignas de nota, como esta: "a crença na superioridade da cultura ocidental é falsa, imoral e perigosa"(p.395). Mais ainda:"a intervenção ocidental provavelmente constitui a mais perigosa fonte de instabilidade e de um possível conflito global num mundo multicivilizacional"(p.397). Pois as condições para semelhante tragédia estão sendo criadas pelos EUA e pelos seus súcubos europeus.
Uma coisa é o povo norte-americano, bom, engenhoso, trabalhador e até ingênuo, que admiramos, outra é o Governo imperial, que não respeita tratados internacionais que vão contra seus interesses e é capaz de todo tipo de violência. Mas não há impérios eternos. Chegará o momento em que ele será um número a mais no cemitério dos impérios mortos.
*Leonardo Boff é teólo

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Uma frase histórica de Dilma

A frase foi em resposta ao senador Agripino Maia, da turma do serra, que havia dito que Dilma mentira aos seus “interrogadores” durante a ditadura militar.

"Menti sim, senhor senador. Menti, mesmo sob tortura, para salvar a vida de outras pessoas que também lutavam contra os covardes".

Somente quem foi preso durante a ditadura pode entender o significado da frase.
Uma frase histórica de Dilma

A frase foi em resposta ao senador Agripino Maia, da turma do serra, que havia dito que Dilma mentira aos seus “interrogadores” durante a ditadura militar.

"Menti sim, senhor senador. Menti, mesmo sob tortura, para salvar a vida de outras pessoas que também lutavam contra os covardes".

Somente quem foi preso durante a ditadura pode entender o significado da frase.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Manipulação midiática



Alguns exemplos de verbetes largamente utilizados pela mídia em seu esforço em manipular as palavras:
Ditador – É a denominação que a mídia dá a um presidente eleito democraticamente e age de acordo com a Constituição. Exemplo: Hugo Chaves.
Presidente – É a denominação que a mídia dá a quem aprova leis ditatoriais, invade nações para apossar-se de suas riquezas, assassina mais de um milhão de seres humanos; constrói muros segregacionistas; é contra o Tribunal Penal Internacional e os protocolos de Kioto.Exemplo: George W.Bush.
Incursão: Assim a mídia denomina a invasão de um país.
Tutela – É o sinônimo que a mídia dá à ocupação do Iraque pelos Estados Unidos.
Terrorista – Assim a mídia denomina o revolucionário que luta contra o jugo colonialista.Exemplo: iraquianos, afegãos e palestinos.
Suicida – É a denominação que a mídia dá ao prisioneiro assassinado pelos carrascos estadunidenses nas prisões de Abu-Ghraib, Guantánamo e Bagram.
Ataques cirúrgicos– Assim a mídia repercute quando um míssil estadunidense erra o alvo e causa a morte de civis. Três exemplos:
1)-O assassinato da filha de cinco anos do presidente líbio Muammar Kadhafi, em 1986;
2)-O abate de um avião civil iraniano com 298 passageiros e tripulantes em 1988. Não houve sobreviventes.
3)- A destruição de uma indústria farmacêutica no Sudão em 1998.
Seqüestro – Se um soldado israelense é capturado quando invade o Líbano ou a Palestina, a mídia diz que foi seqüestro.
Captura – Se um palestino ou libanês são seqüestrados em seus países pelas tropas invasoras, a mídia diz que foi captura.
Incidente ou efeito colateral –É quando tropas de Israel ou dos Estados Unidos massacram centenas de civis palestinos, iraquianos e afegãos.
Massacre – É quando palestinos, iraquianos e afegãos matam dois ou três soldados de Israel e Estados Unidos.
Assentamento – É a denominação que a mídia dá à usurpação de terras palestinas por invasores israelenses.
Conflito – Assim a mídia denomina a invasão e ocupação da Palestina por tropas de Israel.
Há muitos outros exemplos, que você leitor pode acrescentar.


Como se ve, todo cuidado com as palavras...

sábado, 25 de setembro de 2010

As verdades de Ahmadinejad

As verdades de Ahmadinejad

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad continua falando suas verdades.

Agora nos Estados Unidos.

Duas, deixaram o presidente Barack Obama e a mídia em má situação.

A que deixou o presidente Obama possesso, foi o pedido de que haja nova apuração dos atentados às torres gêmeas.

Para o iraniano, tudo leva a crer que os atentados foram obra de agentes dos Estados Unidos para justificar a invasão do Iraque e do Afeganistão.

Obama disse que o pedido era indigno, ou seja, utilizou-se de um adjetivo para desmerecer a solicitação.

Na verdade, Ahmadinejad nada mais fez do que juntar-se àqueles que não se deixaram manipular pelas mentiras do criminoso de guerra Bush, rapidamente acumpliciadas pela mídia publicitária de todo o mundo.

A outra questão diz respeito Teresa Lewis, condenada à pena de morte e executada sob a acusação de assassinato de seu marido.


O agravante é que Teresa sofria de “grave deficiência de aprendizado”.

Ahmadinejad, em reunião com muçulmanos estadunidenses, e depois na ONU, perguntou por que a mídia se calou diante de tamanha monstruosidade.

Claro que ele usou o exemplo de Teresa para relembrar como a mídia agiu quando a iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani acusada do mesmo crime foi também condenada a morte.

A iraniana continua viva ao contrario da infeliz Teresa Lewis.

São coisas de um mundo que trocou a liberdade de imprensa por liberdade de empresa.

Hoje, repito pela enésima vez, somos reféns dos órgãos de publicidade travestidos de mídia de informação.

Até quando?

E vamos deixar uma coisa clara. Nada, absolutamente nada justifica a pena de morte.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O problema palestino

O problema palestino

Vamos esclarecer essa história de problema palestino.

1- Os palestinos sempre viveram na Palestina

2- Os palestinos não invadiram a Europa

3- Os palestinos não provocaram a segunda guerra mundial

4- Os palestinos não têm nada a ver com o Holocausto

5- O Holocausto é um produto ocidental

6- Os judeus são um problema do Ocidente

7- Os judeus sofreram racismo no Ocidente

8- Se os ocidentais têm problema de consciência, isso não lhes dá o direito de ceder uma terra que não lhes pertence.

9- Os judeus nunca foram discriminados pelos palestinos

10-Os judeus invadiram a Palestina

Portanto o que existe é um problema israelense e não um problema palestino.

domingo, 12 de setembro de 2010

Soldados dos Estados Unidos matam civis para colecionar seus dedos como troféus

Deu no Guardian britanico

Soldados dos Estados Unidos matam civis para colecionar seus dedos como troféus

Andrew Holmes, Michael Wagnon, Jeremy Morlock e Adam Winfield, quatro dos assassinos colecionadores dos 12 já identificados



A reportagem é do jornal britânico Guardian (AQUI ) e está sendo olimpicamente ignorada pela mídia, ou melhor dizendo, pelos órgãos de publicidade que não cessam de maltratar seus leitores.

E o que a reportagem informa?

Que soldados americanos estão assassinando civis afegãos.

Bem, até aí, nada de novo.

O novo na verdade ( novo porque estamos sendo informados apenas agora), é que alem de assassinar civis, eles cortam seus dedos para colecionar.

Para quem acha que leu errado repito.

Soldados americanos estão assassinando civis afegãos para colecionar seus dedos.

Se isso não é macabro...

Não sei mais o que esses soldados andam fazendo, mas me pergunto se eles também não estariam colecionando orelhas, olhos e outros órgãos mais...

Afinal eles podem tudo.

São bem alimentados, bem armados e cabe a eles decidir quem matar.

E, naturalmente, quem estuprar.

Estupram e depois colocam a culpa nos “intolerantes e terroristas islâmicos”.

Sempre com a cumplicidade da indústria da “informação” e, por que não? Da indústria de entretenimento.

Aí o círculo se fecha.

E a humanidade cercada, refém dessa gente que faz da violência sua razão de ser e da morte sua razão de vida.

Tudo isso para dar uma sobrevida a esse sistema putrefato.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O fundamentalismo Cristão.




Cristãos estadunidenses vão queimar exemplares do Alcorão.
Não, eles não são fundamentalistas e nem terroristas.

São cidadãos comuns que aprenderam, graças à mídia e à industria de entretenimento, que os muçulmanos sãos maus.

O que mais uma vez confirma o que já foi disto neste blog.

Os Estados Unidos são a pior ditadura que já surgiu sobre a face da terra.

E por que pouca gente se dá conta disso?

Simples.

Eles dominam globalmente a mídia e a indústria de entretenimento, cuja função básica tem sido destruir mentes e conquistar corações.

Eles determinam todos os nossos movimentos, gostos e sonhos.

Determinam o que vamos comer, o que devemos sonhar e como devemos amar.

Transformaram a diversidade em unidade - à sua imagem e semelhança.

Fora desse contexto, somos todos alienígenas.

Por isso, não se deve entender que a queima de um livro sagrado para um bilhão e 500 milhões de fieis esteja fora do contexto.

Que seja um ato isolado de alguns poucos.

Nada disso, queimar livros sagrados, que não os seus, para eles é um ato corriqueiro e exemplo a ser seguido.

É o preço que se paga quando se permite o domínio de uma ideologia que tenta sobreviver a qualquer custo, mesmo a custa da destruição da diversidade e do planeta.

Como disse Kant:"Minha dúvida é sobre o que podemos esperar conseguir com a razão, quando retirados todos os elementos e toda a assistência da experiência".

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E continuam as provocações...




A militar israelense da foto acima, que aparece ao lado de prisioneiros palestinos, ficou muito feliz com a repercussão, entre os seus, da imagem em seu facebook.

Éden Albergil, esse é o nome da militar, ficou mais feliz ainda quando leitores disseram que ela parecia sexy.

Como a imagem correu o mundo e causou indignação, o governo de Israel imediatamente disse que a militar era ex-militar e que não aprovava sua atitude.

Agora, vamos pensar juntos.

Você acreditam que o governo de Israel não ficou satisfeito com a foto?

Que não foi dele a idéia dessa provocação esperando que haja uma reação dos libertários palestinos?

Ou, quem sabe, uma reação desesperadora de parentes, amigos ou filhos desses prisioneiros, na forma de alguma bomba caseira, que resultaria numa retaliação brutal de quem só sabe cultivar o ódio?

Afinal, foi esse mesmo governo que proibiu a entrada do chanceler Celso Amorim na Palestina, numa atitude condenável e vulgar.

Alguém acredita que essa gente quer a paz?

Sinceramente...


Pacifistas protestam




Grupos de direitos humanos de Israel asseguram que imagens de soldados israelenses posando com prisioneiros palestinos são a regra e não exceção.

Indignados, protestam que o porta voz das forças armadas precisa parar de “insultar a inteligência do público israelense".

Clique AQUI para ler, em inglês, a reportagem do jornal israelense Haaretz.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O deus bíblico, segundo Mikhail Bakunin*

O deus bíblico, segundo Mikhail Bakunin*

“Jeová, que, de todos os bons deuses adorados pelos homens, foi certamente o mais ciumento, o mais vaidoso, o mais feroz, o mais injusto, o mais sanguinário, o mais despótico e o maior inimigo da dignidade e da liberdade humanas, Jeová acabava de criar Adão e Eva, não se sabe por qual capricho, talvez para ter novos escravos.
Ele pôs, generosamente, à disposição deles toda a terra, com todos os seus frutos e todos os seus animais, e impôs um único limite a este completo gozo: proibiu-os expressamente de tocar os frutos da árvore de ciência.
Ele queria, pois, que o homem, privado de toda consciência de si mesmo, permanecesse um eterno animal, sempre de quatro patas diante do Deus "vivo", seu criador e seu senhor.
Mas eis que chega Satã, o eterno revoltado, o primeiro livre-pensador e o emancipador dos mundos! Ele faz o homem se envergonhar de sua ignorância e de sua obediência bestiais; ele o emancipa, imprime em sua fronte a marca da liberdade e da humanidade, levando-o a desobedecer e a provar do fruto da ciência”.
*Filósofo e expoente do anarquismo
Clique AQUI para baixar, gratuitamente e em português, a obra Deus e o Estado

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O povo judeu é uma invenção


O historiador israelense Shlomo Sand, autor do best seller “Quando e como se inventou o povo judeu” está irritando profundamente os hebreus espalhados pelo mundo. É que a tese principal de seu livro assegura que “o povo judeu é uma invenção”.

Shlomo Sand é professor de História da Universidade de Tel Aviv. O seu livro se mantém há dois anos em primeiro lugar na lista dos mais vendidos.

Ele acusa os protestantes e os atuais “judeus”de deturpar a Bíblia ao querer transformar “um livro de teologia em livro de história”.

Shlomo afirma também, através de documentos, que nunca existiu um exílio judaico durante o Império Romano. Por uma simples razão: os romanos nunca exilaram povos. E que mesmo os assírios e babilônios, ao contrário dos mitos inventados, o máximo que fizeram foi exilar algumas elites.

Em sua obra o historiador afirma que os atuais judeus são antigos pagãos de regiões distantes que se converteram ao judaísmo e, portanto, não descendem dos antigos judeus; e que os palestinos árabes são os únicos descendentes dos antigos judeus.

Shlomo Sand tem recebido inúmeras ameaças de morte,mas continua dando aulas na Universidade de Tel Aviv.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um excelente projeto

O senador Cristóvão Buarque apresentou um projeto que pode melhorar, e muito, a qualidade do ensino público.

É o projeto de lei de número 480.

Ele obriga os políticos (vereadores, deputados estaduais e federais, prefeitos, governadores, presidentes) a matricularem seus filhos em escolas públicas.

No entender do senador, somente assim os políticos vão se preocupar com a qualidade do ensino público.

Sugestão do blog

Além das escolas públicas, que os políticos também sejam obrigados a utilizar apenas os hospitais públicos.

Os leitores podem fazer sugestões.