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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Na TV, pastor inova e cria o dízimo no débito automático


Não é por falta de criatividade que as igrejas deixarão de arrecadar dinheiro dos seus fiéis. Maior exemplo de inovação é o missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que acaba de lançar uma nova modalidade de coleta de dízimo, por meio de débito automático em conta-corrente.

Segundo Soares divulgou em seu programa na Band, o membro da igreja poderá fazer suas doações mensalmente de forma mais prática. Para isso o fiel deve preencher um cadastro nos sites da igreja e passar seus dados bancários.

É o doador, afirma Soares, quem decide quanto quer doar. Quem se cadastrar, diz ele, ganha "um brinde de Jesus", sem dizer o que é.

O missionário garante ainda que, se por acaso o doador não tiver saldo num determinado mês para dar o dízimo automático, ele não será debitado e "o fiel não será incluído no SPC ou no Serasa". A doação mensal voltará a ser debitada no mês seguinte, sem acumular a que não foi paga.

Para criar o "dízimo em conta corrente", a Igreja Internacional da Graça firmou parceria com Itaú, Banco do Brasil e Bradesco.

"Heaven Card"

Além do dízimo automático, o pastor R.R.Soares também lançou o cartão de crédito da Igreja Internacional da Graça de Deus. Entre outras vantagens, o cartão permite pagar as compras "em até 40 dias, financiar no crédito rotativo e fazer saques de emergência no Brasil e exterior".

Segundo a igreja, o cartão "é mais uma forma de você contribuir com as ações e obras sociais da igreja". Além da Internacional da Graça, a Universal e a Mundial também aceitam o pagamento de dízimos e doações por meio de cartão de crédito e débito. As operações são legais.

Romildo Ribeiro Soares, 64, é cunhado de Edir Macedo (casado com a irmã de Macedo, Maria Magdalena) e co-fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Deixou o parente por suposta divergência no final dos anos 70 e criou sua própria igreja em 1980.

Sua igreja tem negócios com várias emissoras, de quem compra horários, e também é proprietária de uma operadora de TV paga, cujos pacotes não oferecem nenhum canal que exiba cenas de violência, erotismo ou tenha linguajar chulo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/924696-na-tv-pastor-inova-e-cria-o-dizimo-no-debito-automatico.shtml, acessado em 03/06/2011.


Na TV, pastor inova e cria o dízimo no débito automático


Não é por falta de criatividade que as igrejas deixarão de arrecadar dinheiro dos seus fiéis. Maior exemplo de inovação é o missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que acaba de lançar uma nova modalidade de coleta de dízimo, por meio de débito automático em conta-corrente.

Segundo Soares divulgou em seu programa na Band, o membro da igreja poderá fazer suas doações mensalmente de forma mais prática. Para isso o fiel deve preencher um cadastro nos sites da igreja e passar seus dados bancários.

É o doador, afirma Soares, quem decide quanto quer doar. Quem se cadastrar, diz ele, ganha "um brinde de Jesus", sem dizer o que é.

O missionário garante ainda que, se por acaso o doador não tiver saldo num determinado mês para dar o dízimo automático, ele não será debitado e "o fiel não será incluído no SPC ou no Serasa". A doação mensal voltará a ser debitada no mês seguinte, sem acumular a que não foi paga.

Para criar o "dízimo em conta corrente", a Igreja Internacional da Graça firmou parceria com Itaú, Banco do Brasil e Bradesco.

"Heaven Card"

Além do dízimo automático, o pastor R.R.Soares também lançou o cartão de crédito da Igreja Internacional da Graça de Deus. Entre outras vantagens, o cartão permite pagar as compras "em até 40 dias, financiar no crédito rotativo e fazer saques de emergência no Brasil e exterior".

Segundo a igreja, o cartão "é mais uma forma de você contribuir com as ações e obras sociais da igreja". Além da Internacional da Graça, a Universal e a Mundial também aceitam o pagamento de dízimos e doações por meio de cartão de crédito e débito. As operações são legais.

Romildo Ribeiro Soares, 64, é cunhado de Edir Macedo (casado com a irmã de Macedo, Maria Magdalena) e co-fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Deixou o parente por suposta divergência no final dos anos 70 e criou sua própria igreja em 1980.

Sua igreja tem negócios com várias emissoras, de quem compra horários, e também é proprietária de uma operadora de TV paga, cujos pacotes não oferecem nenhum canal que exiba cenas de violência, erotismo ou tenha linguajar chulo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/924696-na-tv-pastor-inova-e-cria-o-dizimo-no-debito-automatico.shtml, acessado em 03/06/201

sábado, 9 de janeiro de 2010

Nosso Maior Perigo é um Asteróide e Não o Aquecimento Global, por Stephen Kanitz

Apophis: The Asteroid That Could Smash Into The Earth on Friday, April 13th, 2036.Asteroid Watch











Enquanto todos nossos ecologistas, ambientalistas e eclimatologistas prevêem desastre para a humanidade em 2100, na minha opinião nosso maior risco é uma colisão com um asteróide.

As chances deste asteróide Apophis descoberto em 2004 cair na Terra é de 1 em 41.000. MAIOR do que as chances de você morrer de um desastre de avião, que é de 1 em 354.000. Só que neste caso morrem todos, como morreram os dinossauros. Lembram-se?

O problema ainda mais sério é que só uma parcela dos asteróides foram identificados, e a maioria dos asteróides vistos somente do hemisfério sul ainda não foram detectados. Porque a Africa e a América Latina está mais preocupada com aquecimento global e preservação da Amazônia, do que um asteróide que ninguém ainda viu.

E, se ninguém viu o asteróide muito menos consegue prever sua rota de colisão.

Lembre-se que dois asteróídes colidiram com Júpiter nestes últimos 10 anos, e ninguém previu estas colisões com 15 anos de antecedência, o necessário para mandar um foguete nuclear para desviar a rota.

E o Apophis só foi detectado 6 anos atrás. Se estivesse em rota de colisão, não teriamos tempo para construir 6 espaçonaves, mais o tempo de viagem, e ainda ter a distância necessária para que uma pequena explosão gere um pequeno desvio, mas suficiente.

Se um pequeno asteróide cair no Atlântico, o nível do mar irá aumentar bem mais do que os 100 mm do aquecimento global.

Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Santos, Porto Alegre, Floripa, seriam todos aniquiliados. E as chances de cair um asteróide destes nos próximos 100 anos é muito grande.

Por que o clima que afetará 10% da população daqui a 100 anos atrai mais políticos e ativistas, do que o risco de existir um asteróide desconhecido vindo diretamente na direção do Brasil que destruirá 100% da população? Não seria mais um caso de um Cisne Negro, o mesmo da crise de 2009 que ninguém previu?

Por que nenhum político ou cientista brasileiro sai a público mostrando este risco baixo, mas que multiplicado pelo número de vítimas pode ser nosso problema número ?

Eu acho que sei porque aquecimento global tem mais ativistas a favor do que detectar asteróides. Deixo isto para voces discutirem e pensarem. Um assunto por vez.


Blog do Kanitz

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Você sabia?

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa!

domingo, 12 de julho de 2009

Mega pênis de Rasputin é atração de museu erótico

O primeiro museu russo do erotismo, cuja atração principal é o pênis do lendário monge Gregori Rasputin, abriu as portas numa clínica de urologia em São Petersburgo (noroeste) que espera com isso atender melhor seus pacientes.

A exposição permanente está aberta ao público, que pode admirar uma impressionante coleção de falos de cerâmica e de imagens libertinas, algumas das quais do século XIX.

"Certamente o museu serve para satisfazer a curiosidade de seus visitantes, mas sobretudo ajuda nossos pacientes a superar seus problemas de impotência sexual", disse o diretor da clínica e proprietário da coleção, Igor Kniazkin.

Urologista e sexólogo de 37 anos, Kniazkin afirma que o clima do museu reconforta seus pacientes e os torna "mais otimistas e mais serenos".

"O objetivo do médico é libertar seus pacientes das angústias e dos temores. Os homens que vêm nos consultar se sentem mal por causa dos seus problemas e nossa atitude alegre e descontraída os tranqüiliza", explicou.

Só uma parte dos cerca de 12 mil objetos eróticos que Kniazkin possui são expostos na sua clínica.


Mas no museu, o que chama a atenção do público é o pênis de Grigori Rasputín. O sexo do monge, curandeiro e conselheiro do último czar da Rússia, cujo desempenho sexual é lendário, é conservado numa solução de álcool.

"Comprei por 8 mil dólares num antiquário francês, junto com os arquivos que contém cartas manuscritas de Raputin", disse o médico.

Rasputin, em russo, significa depravado. Knyazkin, que também é chefe do departamento de pesquisas sobre a próstata da Academia Russa de Ciências Naturais, se diz particularmente orgulhoso pela aquisição.

Pacientes da clínica e visitantes observam os objetos, cuidadosamente colocados em vitrines bem iluminadas, com curiosidade.

Vasili Petrovich, de 57 anos, desconversou, afirmando que entrou "só para dar uma olhada", depois de "ter ouvido falar do museu".

Ele avança rapidamente entre as vitrines, parando em frente à genitália de Rasputin, sob a qual lê-se a legenda:

"Pênis de Rasputin, assassinado em São Petersburgo na madrugada de 16 a 17 dezembro de 1916. 28,5 cm".

"É verdade o que se diz, que olhá-lo ajuda a combater a impotência?", perguntou Vasili, incrédulo, ao doutor Kniazkin.

"Sem dúvida", respondeu, sorridente, o médico.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Festival Obama nas pirâmides do Egito

Obama&Kar_Egito

Pode ser apenas mais um capítulo na disputa pela audiência nas redes de cabo dedicadas ao jornalismo. E a CNN talvez tenha exagerado, de olho na rival Fox News (que ignorou o factóide). Primeiro colocou a imagem no ar. Depois repetiu no blog de seu programa nobre, Anderson Cooper 360°. Foi na visita às pirâmides. Lá estava a suposta imagem de um antepassado de Obama.

Como caricatura, nada mal. A imagem de fato é parecida com as caricaturas que se fazem hoje do presidente americano. O retrato, encontrado numa tumba de 4.600 anos atrás, foi identificado pelo guia, um erudito conhecedor do Egito Antigo, como um sacerdote, professor e juiz cujo nome naqueles hieróglifos parece ser Kar.

“Parece comigo. Olhe só as orelhas dele”, disse Obama. De fato, quem vê as orelhas lembra das caricaturas. Para o jornalismo das redes de cabo vale tudo. Pelo menos um leitor de blog na internet criticou a CNN por ter rebaixado a mero “guia turístico”, como se fosse um qualquer, o professor que acompanhava Obama – o dr. Zahi Hawass, arqueólogo e secretário-geral do Conselho Supremo das Antiguidades do Egito.

“No Egito Antigo o senhor era rei”

Transcrevo abaixo o relato e o diálogo, tal como foi reproduzido no blog AC360° da CNN (leia no original AQUI):

GUIA – Esta é uma tumba datada de quatro mil e seiscentos anos atrás. E a pessoa que está ali atrás é Kar. Seu nome está escrito em hieróglifos e parece ser Kar.
OBAMA – Parece comigo! Veja aquelas orelhas.
Obama_Gibbs_AxelrodO presidente até chamou seu secretário de imprensa Robert Gibbs e o alto conselheiro David Axelrod para mostrar a semelhança (veja foto ao lado).
OBAMA, dirigindo-se a Gibbs e Axelrod – Quero mostrar uma coisa a vocês.
GUIA – Senhor Presidente, o senhor parece com o rei Tut. É verdade. Tenho dito isso sempre, há dois anos que digo isso. No Egito Antigo o senhor era um rei.

Até aí, a transcrição. Alguns internautas que mandaram comentários foram engraçados – e generosos. Um deles disse que o presidente sempre faz piada e é bem humorado. “Hilariante. Adorei”, escreveu outro. De San Diego veio avaliação ainda mais generosa: “Muito bom, fico feliz que o senhor esteja fazendo tudo isso para o mundo e nosso país se unirem. De fato o rei Tut parece muito com o senhor. Aproveite a viagem e obrigado por dividir conosco…”

Mas em matéria de Obama a Fox News, que tem superado a audiência da CNN, é mal humorada – lá o clima continua bem diferente. Ela prefere ignorar os factóides da viagem, se acha que podem soar favoráveis a ele. Assim, intensifica a campanha contra o governo que supostamente empurra o país para o socialismo. E chama personalidades da oposição republicana, como Newt Gingrich (leia e veja AQUI), para repetir os ataques habituais.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Tupis-guaranis já estavam no Sudeste há 3.000 anos

Folha on line/JL


O povo tupi-guarani já vivia na região de Araruama (RJ) há 2.920 anos (a margem de erro é de 70 anos) --aproximadamente 1.180 anos antes do que as evidências científicas indicavam até hoje. A descoberta publicada nos "Anais da Academia Brasileira de Ciências" embaralha as teorias que tentam explicar a dispersão dessa cultura indígena, que teria começado na Amazônia.

A "nova" datação, deduzida a partir dos carvões de uma fogueira (provavelmente usada na queima de cerâmica), na verdade foi feita no final dos anos 1990. Justamente pelo fato de ser antiga demais, porém, a autora do estudo, Rita Schell-Ybert, do Museu Nacional, não acreditou que a fogueira pudesse ser obra de humanos, e acabou engavetando a análise.

O panorama só começou a mudar recentemente, quando surgiu um outro dado. A datação de uma outra fogueira, desta vez de origem funerária, no mesmo sítio arqueológico de Morro Grande, município de Araruama, mostrou que ela havia sido feita 2.600 anos atrás.

Os tupis-guaranis, diz Schell-Ybert à Folha, enterram seus mortos em urnas, mas ao lado eles fazem fogueiras --tanto para "espantar espíritos ruins" quanto para "aquecer a alma" do morto e prepará-la para entrar no Guajupiá (o Paraíso da mitologia tupi-guarani) .

"Com essa nova datação resolvi voltar ao estudo do final dos anos 1990", diz a cientista, que contou com recursos do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro).

A hipótese de que aqueles carvões não tinham sido queimados por humanos acabou descartada. Uma das pistas que levaram a essa conclusão, explica a antropóloga, é a quantidade de cascas observadas nas amostras. "Quando a queima é de origem antrópica [humana], existe muito mais casca do que lenha, como foi visto", afirma.

Com as duas informações em mãos: a fogueira funerária de 2.600 anos e a fogueira doméstica de 2.920 anos, as evidências antropológicas de que os tupis-guaranis habitaram aquela região dos lagos fluminenses ficou mais robusta.

"Nesta área, provavelmente, houve um ciclo de ocupação e desocupação", explica. Mas se os tupis-guaranis chegaram ao atual Sudeste do país faz tempo, como eles poderiam ter deixado a Amazônia quase na mesma época, como mostram as evidências científicas disponíveis atualmente? Migração antecipada "Os resultados são bem surpreendentes. Eles complicam um pouco as coisas, talvez até nos levando a rejeitar uma origem amazônica dos tupis-guaranis" , afirma Eduardo Neves, antropólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.

Neves trabalha em Porto Velho (RO) tentando descobrir se o centro a partir do qual os tupis-guaranis se dispersaram era naquela região. Segundo ele, as datas potencialmente candidatas para as ocupações da Amazônia são as mesmas que as divulgadas agora para o norte do Rio de Janeiro, "ou até mais recentes".

Mas essas datações, diz o pesquisador da USP, são baseadas em dados lingüisticos e não arqueológicos. Para a pesquisadora do Museu Nacional, essa ocupação antiga dos tupis-guaranis no Rio, se não tira a importância da Amazônia como centro de origem desse grupo indígena, ajuda a mostrar, talvez, que a saída do norte do país começou bem antes do que se imaginava.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Museu Ripley's Believe it or Not

Na foto, o explorador Robert LeRoy Ripley com uma cabeça humana reduzida pelos índios jíbaros do Equador.

O cubano Avelino Pereza Matos também está presente com uma foto e um boneco no museu. Ele se tornou famoso por conseguir deslocar o globo ocular para fora da cavidade óssea.