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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Conserto e venda de computadores.


Conserto e venda de computadores. Niterói, SG e Centro RJ Tel: 9439-5803 ( Édney)

Problemas com Explorer 8

O Microsoft Internet Explorer 8 trouxe como novidade uma proteção contra cross-site scripting, ou XSS. No entanto, o sistema de proteção contém falhas de segurança que, se exploradas, permitem injeção de código arbitrário JavaScript em páginas que seriam seguras sem o uso da proteção.

A proteção contra XSS da Microsoft funciona filtrando respostas do servidor, modificando-as se detectar algo suspeito. É esta arquitetura que, segundo os especialistas, permite a terceiros mal-intencionados inserir código arbitrário no código das páginas. Para isso, basta ter alguma forma de controle sobre o site, fato comum em fóruns e páginas web 2.0 como redes sociais ou wikipedia.

O problema foi reconhecido pela Microsoft há vários meses, mas a empresa não tomou medidas a respeito. A Google usa sua própria proteção contra a proteção da Microsoft, desabilitando esta com um “anti-proteção-XSS”.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Contas roubadas no Twitter.

Crackers não querem mais apenas dados bancários e de cartões de crédito; eles estão de olho em tudo que possa virar dinheiro.

Cibercriminosos estão tentando vender na web nomes e senhas de acesso roubadas de usuários do serviço de microblog Twitter por centenas de dólares, segundo pesquisadores em segurança da Kaspersky Lab.

Desde 2005 os crackers desenvolvem novos tipos de malware para roubar dados - e o problema está crescendo. Alguns destes programas vasculham bancos de senhas, outros correm atrás de credenciais para jogos online.

Contudo, segundo o pesquisador Dmitry Bestuzhev, o tipo de roubo que mais cresce é feito por meio de programas genéricos de espionagem que tentar se apossar de maior número possível de informação das vítimas.

Em 2009, a Kaspersky identificou cerca de 70 mil deste programas – duas vezes mais do que um ano antes, e cerca de três vezes a quantidiae de programas que roubam senhas bancárias.

Leia matéria completa na PC World
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

IE com problemas de segurança.

Empresas afirmam que número de instalações aumentou depois que agências e governos recomendaram a troca do navegador da Microsoft.


Downloads de Firefox e Opera crescem após sugestão de abandono do IE

Por Computerworld/EUA

Publicada em 21 de janeiro de 2010 às 18h24

A Mozilla afirma que teve um “grande aumento” de downloads do Firefox na Alemanha após as agências de segurança do país pedirem para usuários trocarem o Internet Explorer por um navegador rival.


Durante quatro dias, foram detectados 300 mil downloads do Firefox acima do normal na Alemanha, disse o diretor analítico da Mozilla, Ken Kovash. “Ao longo dos últimos dias ouve um aumento de downloads do Firefox por usuários do IE na Alemanha”, disse Kovash.

A norueguesa Opera também notou um aumento no download do seu navegador, que foi baixado o dobro de vezes do que o normal no último final de semana, além de um crescimento de 40% nos downloads vindos da Austrália.

A Mozilla e a Opera citaram recomendações dos governos da Alemanha, França e Austrália para os usuários deixarem de usar o IE como motivo no aumento dos downloads. As autoridades locais sugeriram que os usuários trocassem o navegador da Microsoft por outro devido à falha que foi utilizado por crackers para atingir servidores do Google.

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (21/1) que divulgará uma correção da falha ainda nesta tarde.

(Gregg Keizer)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Conselhos do Guru de Obama.

SÃO PAULO - Em 2004 não existiam YouTube (2005), Twitter (2006), nem iPhone (2007) e o Facebook era uma pequena rede social limitada a universitários americanos. Nas eleições presidenciais de 2008 nos EUA, portanto, havia um mundo de possibilidades a ser explorado e muitas incertezas quanto à real eficácia dessas ferramentas como meios de comunicação. Para construir uma estratégia de internet para a campanha do presidente Barack Obama, Scott Goodstein trabalhou por dois anos, testando todas as opções disponíveis e aprendendo que a força da web está no internauta comum.

Durante sua palestra na Campus Party, nesta quarta-feira, Goodstein citou a grande mudança que vem ocorrendo na forma como as pessoas consomem mídia. Se há dez anos era uma estratégia inteligente colocar anúncios após a previsão do tempo do jornal da noite, hoje em dia isso não basta. Os mais jovens acompanham a meteorologia pela internet. E mesmo o público mais velho, com pouco mais de 30 anos, já é da geração que considera a multitarefa algo trivial - assistimos televisão enquanto navegamos na internet, por exemplo.

- As campanhas não devem evitar, mas sim abraçar essas mudanças - defende ele.

Citando o conceito da "cauda longa", Goodstein salienta que se deve levar em conta que as redes sociais não são veículos de massa como a TV. Não se chega a "todos" os cidadãos de um país através do Facebook, mas é importante atingir grupos especificos construindo as ferramentas e estratégias adequadas. Como teve dois anos para trabalhar, Goodstein pode testar boa parte dessas novas estratégias durante as primárias, quando Obama ainda concorria para ser o candidato democrata a presidência.

Um fator crucial para o sucesso da campanha, segundo ele, foi a integração que havia entre todas as equipes, tanto de mídias mais tradicionais quanto da internet e celulares. O site foi um dos desafios da equipe. O design original era ultrapassado e inadequado - lembrava uma propaganda de TV. Com um redesenho, a equipe procurou dar uma cara mais moderna, chamar atenção para a mensagem principal e integrar as novas formas de participação dos eleitores. A posição dos links para as redes sociais, no entanto, foi uma escolha curiosa para quem tanto apostava nelas.

- Toda a mídia social ficava numa área cinza. Quem conhece internet saberia onde encontrar. Não precisávamos perturbar as pessoas no site, pois já tínhamos essa presença nas próprias redes sociais - explica.

Goodstein conta que a equipe fez muitas experiências durante a campanha, e o uso do Twitter foi uma delas. Quando eles entraram no site, quase ninguem estava lá. Boa parte da repercussão em relação ao Twitter surgiu quando Obama começou a utilizar a ferramenta para passar informações da campanha diretamente para o público. E o microblog é especialmente eficiente para isso graças à sua capacidade de propagação de mensagens, com os usuários repassando "tweets" para todos os seus amigos.

Com o celular a história foi semelhante. Goodstein alerta que as redes sociais servem como ferramentas de convocação, mas a partir daí o controle está nas mãos do internauta. E isso é bom. O SMS, por exemplo, era usado por voluntários que enviavam torpedos para seus amigos e conhecidos avisando sobre onde seria o comício de Obama na cidade, por exemplo. Além de garantir a leitura das mensagens, a iniciativa dava um tom mais pessoal à convocação. Mas claro que a equipe só tinha controle sobre o primeiro grupo que enviava as mensagens.

- A mídia social é importante para garantir que sua base fique todo o tempo engajada, envolvida. A maior parte das pessoas nos EUA sequer vota. Como fazer com que os jovens votem? Se você acompanha seu político no Twitter, vê seus amigos e artistas apoiando, cria uma conexão diferente.

Mas, numa estratégia que coloca tanto no poder nas mãos dos internautas, como escapar de calúnias e tentativas de sabotagem? Para Goodstein, o segredo é não fugir de nada, dar respostas para todas as questões que forem levantadas e garantir que elas apareçam muito bem no Google.

- Sabíamos que Obama seria acusado de coisas específicas, como não ter nascido nos EUA. Para isso tínhamos um site que servia para lutar contra os malucos. Lá falávamos sobre todos os rumores negativos, porque queríamos que as pessoas que buscassem esses rumores chegassem aos fatos. Não nos escondíamos dos boatos; trazíamos para dentro da campanha.

Mas nem todas as experiências foram um sucesso. Quase todo mundo nos EUA já tinha celular em 2008, mas a tentativa de distribuir vídeos pela plataforma não deu certo. Segundo Goodstein, na época o iPhone ainda não tinha a força que tem hoje, e o custo era muito alto. Com isso, as pessoas não tinham com vídeos a mesma prática que já tinham com o envio de torpedos. Mas ele não se arrepende de ter tentado.

- O segredo é não ter medo de experimentar, fazer diferente e testar as ferramentas mais inovadoras.

Segundo o publicitário, o maior mérito de um trabalho desse tipo é permitir que os eleitores se engajem e participem. O vídeo "Yes We Can" é um exemplo prático disso. Goodstein garante que a equipe da campanha nada teve a ver com a produção do vídeo. A música, por exemplo, é de Will.i.am, dos Black Eyed Peas. Apesar de viver disso, ele admite que os publicitários não têm sempre as melhores ideias. E todos nos lembramos da Obamamania que tomou o mundo em 2008, com fotografias dele sendo usadas em camisas, cartazes de festas e todos os tipos de produtos informais.

- Pessoas começaram a mandar imagens e vídeos de animais pedindo votos para Obama. E assim elas mostravam para os amigos em quem iriam votar, engajando todos na campanha.

Em 2010 o Brasil elegerá um novo presidente e, pela primeira vez, terá campanhas pela internet. Goodstein alerta que o segredo não é copiar o que deu certo, uma vez que essas mídias estão mudando o tempo todo, de acordo com a vontade das pessoas. O MySpace, por exemplo, perdeu boa parte da importância que tinha no mundo. O Facebook vem crescendo exponencialmente no Brasil. O Twitter cada vez mais deve ser levado em consideração e sabe-se lá o que pode surgir de novo nos próximos seis meses.

- As pessoas vão usar as redes sociais mesmo que as campanhas não usem. O poder não está nas nossas mãos. Tivemos cerca de dez mil vídeos no canal oficial do Obama, mas uma busca no YouTube mostra centenas de milhares de vídeos. Falei sobre algumas coisas que fizemos. Na campanha pela reeleição, Obama não usará os mesmos instrumentos de 2008.

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