sábado, 26 de julho de 2008

Piadas racistas

Fausto Wolff

Berrava ao microfone o locutor argentino, acabado o segundo tempo entre a sua seleção e a do Uruguai: "Eis o resultado final entre o jogo de futebol Uruguai X Argentina: Uruguai, dois gols, ARGENTINA, DOIS GOLAÇOS".

Já eram 10 horas da noite. Fritz jogava pôquer com patrícios alemães na varanda da sua casa.

Tímida, entrou Helga, olhos no chão:

– Fritz, você vai me usar hoje?

Fritz pensou um pouco e disse:

– Non, Helga.

– Então só vou lavar os pés.

Dois americanos assistiam a um rodeio de índios no Texas. Maravilhado com o espetáculo, um diz para o outro:

– Estes são os verdadeiros americanos..

– Espera aí – respondeu o outro que era menos burrinho. – Americanos somos nós. Os índios são da Índia. Aliás nem sei como os deixaram entrar aqui. Só sabem tocar tambor, bater pé e fumar maconha.

O conde e a condessa fazem amor na lua-de-mel. Ela pergunta:

– É isso que os pobres chamam de fazer amor?

– É.

– Bom demais para eles.

MacBain tinha uma porquinha há muitos anos. Orgulhoso, passeava com ela todos os domingos, laço no pescoço e tudo, pela praça da cidadezinha escocesa. Mas tinha muitas dificuldades financeiras. Num domingo, MacBain passeou com sua porquinha pela praça. Mas o bichinho tinha uma muleta no lugar de uma das patas.

– Foi acidente, MacBain?

– Não – respondeu ele. – É que a situação está braba. Mas eu amo tanto a minha porquinha que decidi comê-la aos poucos.

Um pobre sujo, amarfanhado, surdo, mudo está pedindo esmolas na esquina da Quinta Avenida. com a Rua 48. Chove a cântaros e o desgraçado pensava: "Não tenho um tostão, sou preto, cego, cheiro mal e desconfio que sou judeu".

O espanhol voltara de Paris, onde se tornara um famoso costureiro. Depois de passar dois dias em sua vila, disse para a mãe.

– Mamá, me voy a Paris.

– Mas por quê?

Porque lá todos me chamam de François, le sensitiva. Aqui todos me chamam de Paco, el Puto.

O velho mercador judeu de 90 anos agonizava. Pouco antes do ultimo suspiro, perguntou aos amigos e parentes à sua volta:

– Estão todos aqui... Tua mulher e teus quatro filhos.

– Meu Deus, quem ficou tomando conta da loja?

Três semanas atrás, um turco foi ao seu confessor e informou:

– Preciso lhe dizer que no tempo da Segunda Guerra eu escondi um soldado inimigo no porão da minha casa. É um pecado muito grande.

– Não é pecado, é virtude.

– Mas eu cobrava aluguel dele.

– Disso Alá não gosta. Vai fazer um oração a mais todos os dias pelo tempo que explorou o pobre homem?

– Vai ser difícil mas vou tentar. A propósito: devo dizer ao soldado que a guerra já acabou?

Entra um alemão parrudo num pé sujo carioca e diz aos berros

– Aqui não tem homem pra mim.

Um russo se levanta e leva uma traulitada no capricho e cai no chão. Vem o americano parecido com o Stallone e na primeira porrada do alemão caiu que nem mulher na vida. Aparecem franceses, irlandeses, mongóis, japoneses – que formaram uma montanha de gente desmaiada. Uma verdadeira ONU de derrotados. Finalmente, vindo lá da frente do boteco, terno de linho branco, palito na boca, bigodinho manchado de chope, o nosso brasileiro. Vira-se para o alemão e pergunta:

– Quer dizer que aqui não tem homem pra você?

– Non está vendo? – e em seguida deu-lhe uma tal porrada que o brasileiro, que estava na Praça Mauá, acabou no Museu de Arte Moderna. (Esta piada é de autoria de meu saudoso amigo Sérgio Porto, que ainda explicava: "Isso é pra brasileiro perder essa mania de achar que é mais malandro que todo o mundo").

Fonte: www.jbonline.com.br

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